quinta-feira, 25 de março de 2010

Manhã desperta o coração de vento

Um olhar novo na montanha

Verde-ar-puro

Voz sonolenta de quem quer ser mimada

Iluminada pela Ciranda

Dolorosa de ternura

De noites risos cintilantes

Desvairados curtos instantes

Rastro de luz tecendo o chão

Atravessando a verdade pura

Tão esquecida

Bailaria nas folhas de ritmo lento

Inevitavelmente

Voaria por cima das arvores

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