sexta-feira, 10 de junho de 2011

Descansar


Cobriu-se daquele vento
Abotoou um sol e seguiu
Cheirou dois pássaros passageiros
Compreendeu o cintilar de ambos
E decidiu adormecer
Escondendo sua poesia

domingo, 5 de junho de 2011

Frágil



Enquanto o vento brincava com as folhas no alto da árvore
Uma paz invadia meu peito
Peito que suspirava 
Ora era aventureiro, ora era medroso
E da paz fez-se choro
Do choro fez-se fé

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Fazer Parte Do Vento



Encontrei um passarinho que me ensina a cantar
Todas as manhãs um canto azul
Ele sabe o nome das árvores, dos rios, das flores
Ritmo, distância, dimensão
Meus olhos pousam no voo dessa ave tão bela
Escorrego desembestada 
Invento esperança, Destampo o coração
E um riso de brisa nos trás alegria!
Seria sonho?