Foi numa noite fria de julho...
O corpo dela parecia uma peça frágil entre flores.
Ele tem um jeito terno de sussurrar poesias.
Enquanto ela inaugurava contos,
Adormecia em seu peito e sentia que ali era sua morada
Suas mãos ficaram pequeninhas naquela imensidão
Quando seus olhos se encontraram
Deixaram cair sinais suaves, como quem constrói uma ponte de dois corações.
Enquanto ele alisava seus cabelos, jurava eternizar aquele momento
Agora ela não era mais uma, mas duas ou três, não dava para contar,
Sua cabeça ainda zunia o amor que suspirava
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terça-feira, 10 de julho de 2012
Ele dormiu com sonhos dela
Por
Tatiana Fonseca
às
21:06
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sexta-feira, 20 de maio de 2011
Luz Acesa
Acordei transbordando alegria.......
Cheia de melodia.
Sentindo que tudo vale a pena.
Abraço o mundo!
Deixo o sol entrar.
Sem querer entender.
Perdida em minha imensidão e o meu desejo do encontro.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Me Dê Amor, Me dê Paz
Manhã mais linda!!! Mais serena!!!!
Ouve-se de longe um desejo que cresce.
Minha expectativa, sempre ansiosa, de transformações
Dá lugar a certeza tranquila de que,
Neste momento, tudo está onde pode estar.
Em vez de sofrer pelas coisas que ainda não consigo,
Me sinto grata pelas mudanças que já realizei.
E relaxo.
Disse ao coração
Que olharia nos olhos da própria vida
Sem pressa, com ternura e inteireza
Sentir cada textura de experiência
O que contava era o traço mágico que havia imprimido da vida.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Lá fora trovões e gotas de céu
Pousar o ouvido em teu peito
É debruçar na esperança
De uma semente estrela
Procuro em tuas mãos
Minha leveza
Em teus braços longos
O vento da delicadeza
O toque do teu beijo
Eleva o sonho vivido
E recebo com a alma agradecida
Ele que percebe minha voz
E desperta o meu coração
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Sentimento Azul
Desenhos de luz
Em seu rosto
Queria manter-me acordada
Adormeci
Em meios sussurros
Com a nossa canção preferida
Abri os olhos
Era a urgência de mais um minuto
Espiava
Ele é de uma imensidão
Sem descrição
Fechei os olhos
Guardei tudo numa caixinha de veludo azul
Para acordar com ele
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Tão Livre Como O Vento
Ensolarada manhã de Fevereiro
Céu tão grande
E
Clarinho
As nuvens contam a nossa historia
Respiro fundo
Há um quentinho cá dentro
Sempre quando ele vem......
Sempre quando ele vem......
Por
Tatiana Fonseca
às
18:38
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domingo, 13 de fevereiro de 2011
Menino Solar Transborda
Meia-noite
Em teu quarto amarelar
Em teu quarto amarelar
Gosto de beijaflor
Iluminada com o som
Que vinha do seu peito
Feito poesia
Guardei um pedaço do meu céu
Vaga-lume
Apertou os olhos
E fez um pedido
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Tesouros
Noites bem calmas por aqui
Fui ontem olhar a lua e ouvi-la
A impressão do momento
Foi de que o vento rodopiava
Divertia... deslizando nas nuvens
Pedi ao vento que me levasse
Para perto do menino poeta
Em seus braços ouviria
Sua canção de ninar
Sua voz azul
Sussurraria ao pé do ouvido
Um tempo que imaginamos
E o coração disparava
Uma lagrima á beira dos olhos
ALEGRIA! ALEGRIA!
Foi quando abri meus olhos
Amanheceu
Custei me desprender do seu abraço
Saudadezinha no peito
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Cidade Iluminada
Tempos de silêncio
Sonhos escondidos
Ainda em construção
Já não sabia onde guardar
Tanto volume de poesia
Colheu todos esses sonhos
E fez um laço bem bonito
Com bordados de fio de luz
Tens ainda nas mãos
Seu rosto
Seus olhos
Seus pequenos gestos de afeto
Uma canção que socorre
Que invade e Pede licença
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Calmaria
Ele parecia mais um sol
Daqueles dias de primavera
De quando se pede silêncio
Com um sorriso e dois suspiros
Então você deixa o sol entrar
Bem quentinho no peito
Eram aqueles olhos de mimos
Era aquela cidade que ele tem
De sonhos, gentileza, amor
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Desperto
Noite longa
SINTO
O que a tanto tempo desejei
Momentos preciosos
Ar sereno
O vento continua soprando
O céu continua estrelado
Vem a manhã
Com o enorme sol branco
Fecho os olhos e vejo como as coisas podem ser
Dois pés pequenos realinhando a casa do destino
Engolia o lento do agora
VIVA
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Canção do entardecer
Quem sabe entender o canto do vento????
Eba.... tem sol diferente lá fora
É luz nova que acabou de apagar aquela luz velha
Desejo
É assim que eu respiro
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Respirar lento
Ahhh ........eu sou um bicho solto
Eu gosto de seguir árvores
Traduzir o vento
Nadar em tudo que é divertido
E não é que eu estou dançando direitinho?????
É que tem um punhado de mim aqui dentro
Assim meio com cheiro de flor
Sei lá como está o tempo lá fora
Mas vou ficar aqui dentro
Tem sol!!!
Eu posso usar óculos escuros
Eu posso usar óculos escuros
E tem pipas brincando no céu azuuuuul
Quem sabe não há um menino lunar?????
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Feita de Instantes
Grande noite risonha
Inquietudes e sonhos urgentes
Garota vestida de cinza, sentada
No banco a espera
Deu um sopro bem forte
Em toda melancolia
Tinha decidido deste pequena
Que não desperdiçaria seus dias
Em tristezas e lamentações
Que inventaria canções
Colocaria cores entre seus dedos
E pintaria seu chão
De sonhos e estrelas
Inquietudes e sonhos urgentes
Garota vestida de cinza, sentada
No banco a espera
Deu um sopro bem forte
Em toda melancolia
Tinha decidido deste pequena
Que não desperdiçaria seus dias
Em tristezas e lamentações
Que inventaria canções
Colocaria cores entre seus dedos
E pintaria seu chão
De sonhos e estrelas
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Na Cor Do Seu Vestido
O vento veio e assobiou no meu ouvido
Ventinho frio que arranca sorriso
Logo cedinho
Com o dia na cor do meu vestido
Lambida no sorvete
Cheiro de pipoca manteiga
E A
L V Z
E
Desenhando enormes arco-iris!
domingo, 25 de abril de 2010
Do Dolorido Fez-se Vento
Do dolorido fez-se vento
Vento que brinca em minha nuca
Escorre entre os fios negresco
Escorre entre os fios negresco
E se esconde debaixo da cama
A cor do dia transparente
Impregnado de azul
Feito meus sonhos
Um rouxinol
De canto melodioso, suave, vibrante
Minhas asas cresceram ... já posso voar!
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Cheiro De Criança
E ela se lembrava de tudo.
Do primeiro, do terceiro, do segundo dia.
Era dele que ela precisava naquele momento.
Peito quentinho, coração agradecido.
Tudo acontecia tão deliciosamente.
Tinha cor, movimento, cheiro.
Cheiro de criança sapeca.
Ele achava graça do jeito dela contar detalhes.
E ela achava graça do jeito doce dele rir.
Ela gostava.
Ela sorria.
Era um novo dia.
Por
Tatiana Fonseca
às
23:15
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segunda-feira, 12 de abril de 2010
Ela vinha
Com seu céu
De nuvens chantilly
Banhada por cafuné
De raios de sol
Cortejada pelos passarinhos
Era um bom dia!
O vento brincava com seus cabelos finos
E corria pela manga de
Seu casaco quentinho
Ela andava
De sapatinho vermelho, pra pintar todo seu caminho
Alimentava seus sonhos
De prazeres simples
Era isso que a fazia feliz
A cada dia.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Outono
Antes do inverno, inda hoje, brindando a esperança ardendo nas alamedas,
Nos despejar das multidões dos sonhos.
Maduro.
Agora. Perdendo vigor, mas Outono sempre.
No meio do nevoeiro, surgirá um dia, rompendo a madrugada
Uma embarcação que dá entrada
A alegria da simplicidade
Rasgarão as águas do mar empurradas por suas velas, grávidas de sopro.
Ouvirei de novo canções de ninar
Outono.
Até quando será
A estação dos sonhos?
Quando decidirá ser realidade?
quinta-feira, 4 de março de 2010
Está um cheiro de flor aqui dentro
Trato com cuidado a saudade
Penteio os cabelos
Nada em mim fica por lavar
Tenho perguntas sobre esse novo caminho com sabor de chocolate
Daquelas que nos fazem querer mais e mais
Que seja doce
Repito
Todas as manhãs
Ao abrir a janela
Que entre o sol ou o cinza dos dias
Que seja assim
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